quinta-feira, 16 de abril de 2015

5 livros essenciais para entender a obra do escritor Eduardo Galeano -

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De “As Veias Abertas da América Latina”, obra histórica visceral, Galeano passou ao relato poético e breve, mas não menos essencial
Por Vanessa Martina Silva No Portal Fórum
“O mundo está feito de histórias. São as histórias que contamos, escutamos, multiplicamos, que permitem converter o passado em presente e o distante em próximo, o que está longe em algo próximo, possível e visível”. (Eduardo Galeano, 1940 – 2015).
Do microcosmo, Eduardo Galeano, que morreu nesta segunda-feira (13/04), pretendia alcançar toda a humanidade. Com os pequenos fatos cotidianos, recriar a história oficial, contada para que os pequenos, os pobres, as mulheres, os negros, os indígenas não tivessem voz. Trabalhou toda a vida para inverter a perversa ordem.
De “As Veias Abertas da América Latina”, obra histórica visceral, símbolo da esquerda latino-americana, Galeano passou ao relato poético e breve, mas não menos essenciais. Classificar suas obras nas categorias existentes é uma difícil e às vezes impossível missão já que mistura poesia, história, análise, relatos.
1. As Veias Abertas da América Latina (1971)
“Nós nos negamos a escutar as vozes que nos advertem: os sonhos do mercado mundial são os pesadelos dos países que se submetem aos seus caprichos. Continuamos aplaudindo o sequestro de bem naturais com que Deus, ou o Diabo, nos distinguiu, e assim trabalhamos para a nossa perdição e contribuímos para o extermínio da escassa natureza que nos resta”. O trecho consta no prefácio de Galeano à edição do livro As Veias Abertas da América Latina (L&PM, 2010, 397 páginas, R$44).
Publicado pela primeira vez em 1971, o autor passou a vida lamentando a atualidade da obra que pela transcendência, marcou a esquerda latino-americana e chegou a ser proibido na Argentina, Chile, Brasil e no Uruguai, durante as ditaduras militares nesses países.
Do período colonial até a contemporaneidade, passando pelas ditaduras do subcontinente, a obra questiona: “o subdesenvolvimento é uma etapa no caminho do desenvolvimento ou é consequência do desenvolvimento alheio?” e analisa a exploração econômica e a dominação política na América Latina.
A obra ganhou ainda mais notoriedade quando em 2009, o ex-presidente venezuelano Hugo Chávez o deu de presente ao mandatário norte-americano, Barack Obama, durante a 5ª Cúpula das Américas. Mas, Galeano considerou, no final da vida, a obra ultrapassada. Em declarações a jornalistas durante a 2ª Bienal do Livro de Brasília no ano passado, o autor afirmou: “eu não seria capaz de ler de novo. Cairia desmaiado. Para mim, essa prosa da esquerda tradicional é chatíssima. Meu físico não aguentaria. Seria internado no pronto-socorro”.
2. Memória do fogo (1982-1986)
Publicado em forma de trilogia, o livro, premiado pelo Ministério da Cultura do Uruguai e com o American Book Award, distinção fornecida pela Universidade de Washington, combina elementos de poesia, historia e conto. É composto pelos livros “Os Nascimentos” (1982), “As Caras e as Máscaras” (1984) e “O Século do Vento” (1986) (L&PM, 2010, 1584 páginas, R$69).
Os livros trazem poemas, transcrição de documentos, descrição dos fatos e interpretação de movimentos sociais e culturais, que compõem uma cronologia de acontecimentos, proporcionando uma visão de conjunto sobre a identidade latino-americana.
Como em “As Veias Abertas”, o livro propõe-se a ser uma revisão da história da região, desde o descobrimento até nossos dias, para enfrentar a “usurpação da memória” da história oficial. Com textos independentes que se encaixam e se articulam entre si, a obra traz um quadro completo dos últimos 500 anos. Apesar de manter a cronologia das histórias, o autor ignora a geografia para dar, assim, uma melhor ideia da unidade da história americana, para além das fronteiras fixadas “em função de interesses alheios às realidades nacionais”, como definiu.
3. Dias e Noites de Amor e Guerra (1975)
Vencedor do Prêmio Casa das Américas de 1978, “Dias e Noites de Amor e de Guerra” (L&PM, 2001, 200 páginas, R$ 19,90) é uma crônica novelada das ditaduras de Argentina e Uruguai, um relato autobiográfico, uma memória íntima, convertida em memória coletiva.
Junto ao horror dos amigos que desapareceram, Galeano traz o amor, os amigos, os filhos, a paisagem, tudo aquilo que ainda na escuridão de uma guerra suja e despiedada contra os mais fracos segue sendo motivo para viver, para defender as ideias e para alçar a voz contra os que atuavam impunemente para implantar o medo e a conseguinte paralização.
“Às vezes, sinto que a alegria é um delito de alta traição, que sou culpado do privilégio de seguir vivo e livre. Então me faz bem lembrar o que disse o cacique Huillca, no Peru, falando diante das ruínas: ‘aqui chegaram. Quebraram até as pedras. Queriam nos fazer desaparecer. Mas não conseguiram, porque estamos vivos’. E penso que Huilca tinha razão. Estar vivos: uma pequena vitória. Estar vivos, ou seja: capazes de alegria, apesar dos adeuses e os crimes”, como consta na contracapa do livro.
4. Os filhos dos dias (2012)
“Os Filhos dos Dias” (L&PM, 2012, 432 páginas, R$ 49) se inspira na sabedoria maia e traz 366 relatos que compõem a história, desde a Antiguidade até o presente. É baseado em uma versão do Gênesis que Galeano escutou em uma comunidade maia da Guatemala. “Se somos filhos dos dias, nada tem de estranho que cada dia tenha uma história para oferecer”. Assim, o livro, escrito em forma de calendário, traz episódios que ocorreram no México de 1585, no Brasil de 1808, na Alemanha de 1933 e em outras épocas e países.
A obra, que não pode ser definida em nenhum gênero por ser, ao mesmo tempo, todos (jornalismo, literatura, música e poesia), foi trabalhada ao longo de quatro anos. Teve 11 versões antes de ser publicada. “Sou um perfeccionista insuportável”, reconheceu Galeano. “É um livro que dói, mas também faz rir”, disse.
A mulher, o poder, os maias, as culturas originárias, o homem, a legalização das drogas são temas presentes. Com um olho no microscópio e outro no telescópio, Galeano forma um mosaico que permite contemplar o micromundo, de onde acredita que sai a grandeza do universo. “O prazer de encontrar essas histórias é descobrir o que não foi contado, ou que foi mentido pelas vozes do poder: essas contra vozes que o poder oculta porque não convém a eles que saibamos”.
Em entrevista ao site mexicano La Jornada, disse: “Vivemos presos em uma cultura universal que confunde a grandeza com o grandinho. Creio que a grandeza alenta, escondida, nas coisas pequeninas, as pequenas histórias da vida cotidiana que vão formando o colorido mosaico da história grande. Não é fácil escutar esses sussurros quando vivemos mal a vida convertida no espetáculo grande e gigantesco”.
5. Mulheres (1997)
“Mulheres” (L&PM, 1998, 176 páginas, R$ 18) é uma coletânea de textos publicados nos livros “Vagamundo e outros contos”, “Dias e Noites de Amor e de Guerra”, “Memória do Fogo” (trilogia), “O Livro dos Abraços” e “As Palavras Andantes”.
De forma lírica e poética, o autor traz relatos de mulheres célebres, anônimas que com sua vivência, deixaram marcas no dia a dia das pessoas com as quais conviveram e, por isso, devem ser lembradas.
O livro traz histórias de Charlotte Perkins Gilman (1860-1935), escritora norte-americana, cuja produção literária enfoca as relações entre mulher e homem e a opressão da sociedade em que viveu; da escrava Jacinta de Siqueira, “africana do Brasil, fundadora da Vila do Príncipe e das minas de ouro dos barrancos de Quatro Vinténs”; de Xica da Silva, escrava que virou rainha no século XVIII; da revolucionária Manuela Saénz, que junto a Simón Bolívar, seu amante, lutou pela independência das colônias sul-americanas; da compositora e cantora Violeta Parra, considerada a mais importante folclorista do Chile e ainda de Frida Khalo, Tina Modotti, Evita, Carmem Miranda, Isadora Duncan.
Leia a matéria completa em: 5 livros essenciais para entender a obra do escritor Eduardo Galeano - Geledés 
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quarta-feira, 15 de abril de 2015

15 de abril de 1947

Robinson pela Brooklyn Dodgers.

Fim da segregação racial no beisebol americano, com o atleta negro Jackie Robinson
 estreando na MLB pelo Brooklyn Dodgers.
Fonte: Wikipedia

Representante cita progressos para fim da violência sexual em conflitos

Zainab Bangura falou ao Conselho de Segurança sobre mudanças positivas nas regiões, afirmando que tarefa não é "missão impossível"; representante do secretário-geral denuncia que tática é usada por grupos extremistas.
Zainab Bangura. Foto: ONU/Loey Felipe
Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.
O Conselho de Segurança promove esta quarta-feira um debate aberto sobre violência sexual em conflitos, com a participação da representante especial do secretário-geral para o assunto.
Em Nova York, Zainab Bangura contou que em três anos na função, ela viu de perto os "horrores sofridos por mulheres, crianças e homens" e para ela, a violência sexual em países em conflito representa a "grande questão moral do nosso tempo".
Apoio
Mas a representante da ONU acredita que existe espaço para mudança, principalmente na resposta dada pelo sistema judiciário e no apoio aos sobreviventes.
Zainab Bangura falou que está começando a ver "mudanças tangíveis e positivas no terreno", que mostram que erradicar a violência sexual em conflito não é "missão impossível".
Ao Conselho, ela citou vários progressos, como aumento dos recursos para programas contra violência sexual e de gênero e responsabilização para um tipo de crime que tem um histórico de não ter punição.
Acusação
Bangura destacou também importantes reformas legislativas e criminalização do estupro a nível nacional, além do aumento das acusações. A preocupação com a reparação aos sobreviventes também melhorou, na avaliação da representante.
Mas segundo ela, os incidentes continuam "chocantes" em vários países, citando uma "nova tendência catastrófica" do uso da violência sexual como "tática de terror" por grupos extremistas no Iraque, na Síria, na Somália, na Nigéria e no Mali.
Zainab Bangura fará em breve sua primeira visita ao Oriente Médio, para conversar com vítimas na Síria, no Iraque, na Jordânia, no Líbano e na Turquia.
Terrorismo
Ao apresentar o último relatório do secretário-geral sobre o tema, ela explicou ao Conselho de Segurança que pela primeira vez, o documento mostra como a violência sexual está ligada "aos objetivos, ideologias e financiamento de grupos extremistas".
Assim, Bangura defendeu que a autonomia feminina e a prevenção da violência sexual estejam no centro da resposta internacional ao problema. Segundo ela, Ban Ki-moon está recomendando ao Comitê de Sanções Al Qaeda/Isil que tenha como foco a "violência sexual como tática de terrorismo".
A representante especial do secretário-geral lamentou as ameaças sofridas pelos civis, em especial mulheres e meninas. Outro problema são os casamentos forçados, que acabam gerando abusos sexuais repetitivos, numa situação que aumenta em casos de conflito.
Nos últimos meses, Zainab Bangura visitou a República Centro-Africana, a República Democrática do Congo, o Sudão do Sul e a Colômbia, para avaliar de perto os casos de violência sexual nesses países.
Fonte: radioonu

terça-feira, 14 de abril de 2015

14 de abril "Dia da Juventude angolana"

 Fonte: Angop
 Assinala-se hoje, 14 de Abril, o Dia da Juventude Angolana, em memória ao herói de guerra, José Mendes de Carvalho, mais conhecido por Hoji-ya-Henda. 

O Comandante das ex-Forças Armadas Populares de Libertação de Angola, FAPLA, foi morto em combate a 14 de Abril de 1968, no Moxico, durante um assalto ao quartel de Karipande, do exército colonial português.

Dada a sua combatividade e integridade moral, ficou conhecido como o símbolo patriótico da juventude angolana e, em 2010, a Assembleia Nacional institui o dia da sua morte como Data de Celebração Nacional.

O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, numa das declarações por ocasião da data, saudou a dedicação e a coragem com que os jovens do país souberam erguer-se contra o poder colonial e conquistar a Independência Nacional".

Considera  que "foi sempre graças ao espírito de sacrifício e de audácia da sua juventude que o Povo angolano soube resistir e vencer todas as vicissitudes e obstáculos, lançando as bases para a construção de uma Pátria livre, democrática e empenhada no progresso social e no desenvolvimento".

"Com a sua irreverência e vontade de se afirmar, os jovens estão também sempre na linha da frente da luta pela inovação e pela modernidade e, hoje, com o crescente acesso às tecnologias da informação, facilmente comunicam entre si os seus anseios e aspirações", lê-se na declaração.

O estadista salienta que esta facilidade deve, no entanto, ser aproveitada para uma maior compreensão dos problemas e das necessidades reais do país, de modo a não serem alvo de influências negativas ou de intrigas que visam desestabilizar e destruir as conquistas que foram também fruto do sacrifício da juventude.  

Incentiva, por outro lado, que através da formação constante, do trabalho digno e do apego ao povo, a juventude continue "a trilhar os caminhos abertos pelos sacrifícios daqueles que os precederam e que tudo fizeram para que os jovens de hoje pudessem estudar e conviver em paz, desfrutar do bem-estar e perspectivar o seu futuro com maior confiança".

"É certo que estes objetivos ainda não foram plenamente atingidos, mas se todos, jovens, adultos e mais velhos, nos unirmos num esforço comum e solidário, em poucos anos poderemos legar às gerações vindouras um país digno do seu e do nosso orgulho", explica.

O Chefe de Estado termina saudando, nesta data, a juventude de toda Angola e apela para que se empenhe de forma cada vez mais decidida na criação de uma Angola mais próspera e desenvolvida, onde todos possam aspirar a um lugar a medida dos seus desejos e potencialidades. 

Fonte: http://www.angonoticias.com/

Moçambique: 80ª Feira do Livro da Minerva 17 a 30 de abril



Entre os dias 17 e 30 do mês de Abril, a Minerva irá promover a 80ª Feira do Livro, a qual será inaugurada pelo Ministro da Educação e desenvolvimento Humano, Jorge Ferrão.
A cerimónia de abertura será marcada pela presença do autor moçambicano, prêmio Camões, Mia Couto, durante a qual serão apresentados dois livros do escritor, nomeadamente “Contos da Gorongosa” e “Uma janela aberta para a eternidade”.
O evento vai contar com uma exposição alusiva à vida selvagem da Gorongosa, em fotografia, a ter lugar na Fortaleza de Maputo e na livraria Minerva.
Também nesta edição, os visitantes terão a oportunidade de assistir a diversos encontros e saraus, onde se poderão trocar ideias sobre as emoções jovens, baseadas nos temas da música e da poesia.
Por entre personalidades políticas, sociais e culturais, o cineasta Licínio de Azevedo, os escritores Ungulani Ba Ka Khosa, Calane da Silva, Sangare Okapi, Chagas Levene, Hosten Yassin Ali e os professores de literatura Osvaldo das Neves e Lucílio Manjate, sãos alguns dos convidados para as conversas sobre variados temas.
Pelos 80 anos de feira, esta edição vai permitir um desconto de 80% em mais de 5 mil títulos, disponíveis em todas as livrarias Minerva de Maputo, Matola, Beira e Nampula.
Vanda C. Pereira/SAPO
Fonte: http://estudante.sapo.mz/eventos/artigo/80-feira-do-livro-da-minerva-a-379749.html

Personalidade Negra – Maria Firmina dos Reis

Maria Firmina dos Reis nasceu em São Luís, no Maranhão, no dia 11 de outubro de 1825. Filha bastarda de João Pedro Esteves e Leonor Felipe dos Reis. Foi uma escritora brasileira, considerada a primeira romancista brasileira.
Em 1847, aos 22 anos, ela foi aprovada em um concurso público para a Cadeira de Instrução Primária, sendo assim a primeira professora concursada de seu Estado. Maria demonstrou sua afinidade com a escrita ao publicar “Úrsula” em 1859, primeiro romance abolicionista, primeiro escrito por uma mulher negra brasileira.
O romance “Úrsula” consagrou Maria Firmina como escritora e também foi o primeiro romance da literatura afro-brasileira, entendida esta como produção de autoria afrodescendente. Em 1887, no auge da campanha abolicionista, a escritora publica o livro “A Escrava”, reforçando sua postura antiescravista. Ao aposentar-se, em 1880, fundou uma escola mista e gratuita. Maria morre aos 92 anos, na cidade de Guimarães, no dia 11 de novembro de 1917.
Em 1975, Maria recebe uma homenagem de José Nascimento Morais Filho que publica a primeira biografia da escritora, Maria Firmina: fragmentos de uma vida.
Fonte: fundação Cultural Palmares

ONU pede nomeações para Prêmio Nelson Mandela 2015

Láurea foi criada recentemente e será entregue a cada cinco anos a duas pessoas, um homem e uma mulher; prêmio será concedido em reconhecimento a serviço dedicado à humanidade, guiado pelos princípios e propósitos das Nações Unidas.

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova Iorque.
As Nações Unidas estão a pedir nomeações para o primeiro Prêmio Nelson Rolihlahla Mandela.
A láurea, criada recentemente, é um prêmio honorário a ser concedido a cada cinco anos em tributo a realizações e à contribuição de destaque de duas pessoas, um homem e uma mulher, de regiões geográficas diferentes.
Reconhecimento
A premiação será em reconhecimento ao serviço dedicado à humanidade, ao desenvolvimento comunitário e em promoção da reconciliação e coesão social, guiado pelos propósitos e princípios das Nações Unidas.
Nomeações para o prêmio serão aceitas até o dia 18 de maio, em inglês. Mais detalhes podem ser encontrados on line no site:  http://www.un.org/en/events/mandeladay/nominations
A estimativa é de que os vencedores sejam anunciados em junho e os primeiros prêmios concedidos na sede da ONU, em Nova Iorque, durante a comemoração do Dia Internacional Nelson Mandela, celebrado em 18 de julho.
Assembleia Geral
Os premiados serão selecionados por um comitê das Nações Unidas liderado pelo presidente da Assembleia Geral. Também vão compor a comissão representantes de seis Estados-membros, incluindo representantes de cada um dos cinco grupos regionais e um da Missão Permanente da África do Sul junto à ONU.
O Departamento de Informação Pública da organização servirá como secretariado do comitê.
O prêmio foi criado por uma resolução da Assembleia Geral em junho de 2014 e seu estatuto aprovado pelo mesmo órgão em abril de 2015.
Fonte: http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2015/04/onu-pede-nomeacoes-para-premio-nelson-mandela-2015/#.VS0KiPnF-So

Mulheres Pretas

    Conversar com a atriz Ruth de Souza era como viver a ancestralidade. Sinto o mesmo com Zezé Motta. Sua fala, imortalizada no filme “Xica...