O primeiro dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) trouxe temas polêmicos. Segundo relatos de candidatos que terminaram mais cedo os testes, a questão racial foi abordada tendo como pano de fundo tanto o período de escravatura no Brasil, quanto nos Estados Unidos e a segregação racial vivenciada na África do Sul.
Fonte: correio braziliense
domingo, 27 de outubro de 2013
sábado, 26 de outubro de 2013
Cerimónia de Passagem de Paula Tavares
a pedra produziu lume
A rapariga provou o sangue
o sangue deu fruto
A mulher semeou o campo
o campo amadureceu o vinho
O homem bebeu o vinho
o vinho cresceu o canto
O velho começou o círculo
círculo fechou o princípio
A zebra feriu-se na pedra
a pedra produziu lume.
Denzel Washington doa US $ 1 milhão para salvar as crianças da África
Ele não é só, sem dúvida, o ator negro mais respeitado de todos os tempos, ele é também um filantropo em crescimento.
Ator , produtor e diretor, Denzel Washington ganhou corações mais uma vez depois de doar US $ 1 milhão para uma organização sem fins lucrativos que ajuda crianças e órfãos afectados pelo HIV / AIDS na África Sub-saariana.
Fundada em 2001 pelo Bispo Charles E. Blake e baseada em Los Angeles, Save Africa's Children (Salve as crianças da África) agora será capaz de expandir suas pesquisas de AIDS e à pobreza. O programa também visa emprestar uma mão amiga para programas de alimentação , escolas e creches.
O site também revela parcerias com as igrejas, indivíduos, organizações civis e do governo e setores empresariais, de modo a construir um movimento diversificado e dinâmico que poderia restaurar o futuro de muitas crianças africanas..
O trabalho de filantropia de Denzel inclui o projeto Angel Food, a Fundação Elton John AIDS ea Entertainment Industry Foundation.
O trabalho de filantropia de Denzel inclui o projeto Angel Food, a Fundação Elton John AIDS ea Entertainment Industry Foundation.
Washington e sua esposa de 30 anos, a Paulleta Washington, também executam seu próprio programa de bolsas, intitulado Pauletta e Denzel Washington Família Gifted Scholars Program In Neuroscience. A bolsa de estudos foi criada para ajudar os alunos que queiram seguir uma carreira em neurociência, pagar a faculdade.
Fonte: Áfricas/Geledes
Revelações sobre a África na TV com Franklin Martins na Band
Presidente de Angola é o entrevistado de Franklin Martins no segundo episódio da série, ‘Presidentes Africanos’, na Band. A série também está no ar no canal a cabo Discovery Civilization.
Ao percorrer o continente africano para gravar o documentário ‘Presidentes Africanos’, Franklin Martins garante ter se sentido em casa. “A Nigéria tem mais de 170 milhões de habitantes. Muito do Brasil veio de lá, das culturas iorubá e haussá, trazidas por quase um milhão de escravos”, diz Franklin. “O Congo também contribuiu decisivamente para a formação do Brasil. Da região formada pelo oeste do Congo, o norte de Angola e o Gabão, vieram mais de três milhões de escravos para o país. O povo congolês é muito parecido com o nosso. Mesmos rostos, ginga idêntica, alegria semelhante. Me senti em casa”.
No programa que é exibido aos sábados, à 0h30min, na Band, além de traçar um panorama das transformações políticas, sociais e econômicas dos países africanos, Franklin entrevista cinco chefes de Estado. No segundo episódio, deste sábado (26), ele conversa com o presidente de Angola, José Eduardo Santos, que está no poder desde 1979. Em pauta, a reconstrução do país, após décadas de guerra civil, com taxas de crescimento superiores a 10%.
Um programa que deve ser visto e guardado para que se conheça melhor o Continente Africano que,cada vez mais, tem relações com o Brasil.O presidente José Eduardo Santos admitiu, na entrevista, a possibilidade de deixar o cargo: “Acho que é muito tempo, até demasiado, mas temos de ver as razões de natureza conjuntural. Foram 40 anos de guerra (terminada em 2002). Daqui para a frente as coisas vão mudar”.
Franklin aposta que a série pode reduzir o desconhecimento do brasileiro sobre o continente africano. “O Brasil tem muito pouca informação sobre a África, embora possua a segunda maior população afrodescendente do mundo, atrás apenas da Nigéria. A série quer contribuir para aumentar a informação e diminuir o preconceito sobre o continente. A África vive um excelente momento”, diz.
Afastado da TV desde 2007, quando foi convidado para ser ministro do governo Lula, Franklin afirma que se sentiu confortável na sua volta à frente das câmeras. A série consumiu 18 meses de trabalho. “É sempre bom aprender, fazer coisas interessantes, assumir novos desafios. Foi uma experiência profissional e pessoal muito intensa”, relata o jornalista.
Realizada pela produtora Cine Group, a série ‘Presidentes Africanos’ também está no ar no canal a cabo Discovery Civilization, onde estreou em setembro, com 15 episódios.
Agência Texto final de Notícias
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Carta Aberta à Marta Suplicy, Ministra da Cultura
Rio de Janeiro, 13 de outubro de 2013
Excelentíssima Senhora MARTA SUPLICY
Ministra da Cultura, Governo Federal
Brasília, DF
Ref: Feira de Frankfurt e a política de promoção de igualdade na cultura
Senhora Ministra,
Quando da sua ascensão ao cargo de Ministra da Cultura, suas ações constituíram uma mudança significativa no modo de pensar a cultura em nosso país, o que deflagra como objetivo colocar a cidadania cultural no centro do fazer político. Citamos como exemplo, entre outros, o Programa Vale Cultura.
Seu empenho em dois importantes projetos, o mapeamento da cultura imaterial da diáspora africana e o lançamento de editais destinados ao apoio de produtores culturais negros, nos serviu de alento e indicou a verticalização da política de promoção de igualdade racial no Brasil.
Entretanto, o episódio da organização da representação brasileira na Feira do Livro em Frankfurt nos deixou estarrecidos.
Em uma delegação de setenta escritores, apenas um escritor negro e um indígena foram relacionados. O que demonstra que mesmo no Governo Democrático, há uma afirmação de que o Brasil que se quer mostrar em um evento internacional, como a presente Feira, deve ser branco.
Sra. Ministra, devido às observações da imprensa alemã a justificativa atribuída por Vossa Excelência e ao Presidente da Biblioteca Nacional alegava que os escritores negros não são publicados em língua estrangeira. Tal afirmação não se adequa a sua biografia comprometida com a causa da igualdade e o respeito à diversidade.
Afirmar a presença de “critérios técnicos", sem refletir que os mesmos são frutos de escolhas, é tentar se eximir da responsabilidade política de reproduzir uma prática centenária, que para afirmar a supremacia branca, de herança colonial, escravocrata e europeia, configura a produção indígena e negra como não existente, sem qualidade ou ainda de menos prestígio.
Mesmo que fossem válidos tais critérios técnicos, sua assessoria parece desconhecer a produção literária brasileira na língua de S. Freud. Entre elas, cito a antologia de poetas brasileiros negros, publicada em alemão sob o título Schwartze Poesie/Poesia Negra, organizada por Moema Parente Augel com tradução de Johannes Augel (Köln: Editions Diá, 1988, 178 p., ISBN 978-3905482386). Há resenha em português na revista Fragmentos, v. 4, n. 2, pp. 135-8.
Na referida antologia estão representados dezesseis escritores: Cuti, Oliveira Silveira, Adão Ventura, Oswaldo de Camargo, Éle Semog, José Carlos Limeira, Paulo Colina, Abelardo Rodrigues, Lourdes Teodoro, Miriam Alves, Geni Guimarães, Márcio Barbosa, Jônatas Conceição da Silva, José Alberto, Jamu Minka e Arnaldo Xavier. A obra estava esgotada três meses, logo após seu lançamento.
Outras antologias em alemão incluem 1) Zauber Gegen die Kälte, contos publicados pela Deutsche Welthungerhilfe; 2) a revista Rowohlt Literatur Magazin (número 38), possui uma coleção de poesia com contribuições de Miriam Alves; 3) o livro A cor da ternura, de Geni Guimarães, publicado em inglês em 2013, pela Africa World Press de Trenton, EUA; 4) uma antologia de prosa de autores negros brasileiros: Schwartze Prose; prosa negra-Afrobrasilianische Erzählungen der Gegenwart (1993), em que participa a poeta e romancista mineira Conceição Evaristo, igualmente esquecida. 5) Esta autora ainda participa de outras antologias em língua inglesa e tem seu romance Poncia Vicencio publicado em inglês (Host Publications, 2007, 145 p., ISBN 978-0924047343); 6) Antologias em inglês com contribuições de escritoras e escritores negros brasileiros incluem Moving Beyond Boundaries. International Dimension of Black Women Writing (1995); 7) Finally Us. Contemporary Black Brazilian Women Writers (1995); 8) Callaloo, vol. 18 number 4 (1995); 10) e Fourteen Female Voices From Brazil (Host Publications, 2002).
Senhora Ministra, relembramos que a invisibilização, tão bem tematizada pelo escritor negro norte-americano Ralph Ellison em seu romance O Homem Invisível (1954), é, sem dúvida alguma, uma das piores formas de opressão política porque recusa o reconhecimento público das falas dos descendentes de africanos e dos povos originários de nosso país, como uma produção viva sensível e conflituosa, espelho do Brasil que estamos transformando.
Em uma cultura discriminatória e eurocêntrica, as obras de autores negros têm, realmente, menos chance de serem publicadas em línguas estrangeiras. Sabemos que o governo brasileiro financia editoras estrangeiras para, em seus países, publicarem autores brasileiros como forma de divulgar a produção brasileira. Convocamos o Ministério da Cultura à disponibilizar meios e criar iniciativas para incentivar também a publicação de autores negros e indígenas em língua estrangeira.
A Editora da UFMG publicou, em quatro volumes, a antologia Literatura e Afrodescendência no Brasil: Antologia Crítica, organizado por Eduardo Assis Duarte (2011), professor da Universidade Federal de Minas Gerais. Os 101 autores ali reunidos poderiam constituir uma primeira referência para construir parcerias com editoras de grande porte e órgãos públicos de outros países, com o objetivo de difundir a produção literária afro-brasileira mundo afora, com atenção para o continente e a diáspora africanos. Para tanto, faz-se necessário um encontro presencial entre Vossa Excelência, o Presidente da Biblioteca Nacional e os protagonistas dessa literatura, mediante audiência pública ou reservada, para junto com eles alinhavar as diretrizes dessas políticas ou iniciativas.
Como lembram nossos irmãos africanos, “não devemos esquecer as lições aprendidas na dor.” É um triste episódio, mas que podemos aproveitar a oportunidade para fazer dele um ponto de virada na compreensão de toda a sua equipe de gestão do Ministério da Cultura, da importância de radicalizar as políticas de ação afirmativa de modo a promover a cidadania cultural, o respeito à diversidade e o fomento da produção cultural negra e indígena. Afinal, “país rico, é país sem miséria e com igualdade”.
Na certeza de que o conteúdo desta carta merece um posicionamento do seu Ministério, aguardamos sua resposta.
Associação Brasileira de Pesquisadores Negros - ABPN
Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros - IPEAFRO
União de Negros pela Igualdade - UNEGRO
AMMA - Psique e Negritude
cc:
Presidente da Fundação Cultural Palmares
Presidente da Fundação Biblioteca Nacional
Excelentíssima Senhora MARTA SUPLICY
Ministra da Cultura, Governo Federal
Brasília, DF
Ref: Feira de Frankfurt e a política de promoção de igualdade na cultura
Senhora Ministra,
Quando da sua ascensão ao cargo de Ministra da Cultura, suas ações constituíram uma mudança significativa no modo de pensar a cultura em nosso país, o que deflagra como objetivo colocar a cidadania cultural no centro do fazer político. Citamos como exemplo, entre outros, o Programa Vale Cultura.
Seu empenho em dois importantes projetos, o mapeamento da cultura imaterial da diáspora africana e o lançamento de editais destinados ao apoio de produtores culturais negros, nos serviu de alento e indicou a verticalização da política de promoção de igualdade racial no Brasil.
Entretanto, o episódio da organização da representação brasileira na Feira do Livro em Frankfurt nos deixou estarrecidos.
Em uma delegação de setenta escritores, apenas um escritor negro e um indígena foram relacionados. O que demonstra que mesmo no Governo Democrático, há uma afirmação de que o Brasil que se quer mostrar em um evento internacional, como a presente Feira, deve ser branco.
Sra. Ministra, devido às observações da imprensa alemã a justificativa atribuída por Vossa Excelência e ao Presidente da Biblioteca Nacional alegava que os escritores negros não são publicados em língua estrangeira. Tal afirmação não se adequa a sua biografia comprometida com a causa da igualdade e o respeito à diversidade.
Afirmar a presença de “critérios técnicos", sem refletir que os mesmos são frutos de escolhas, é tentar se eximir da responsabilidade política de reproduzir uma prática centenária, que para afirmar a supremacia branca, de herança colonial, escravocrata e europeia, configura a produção indígena e negra como não existente, sem qualidade ou ainda de menos prestígio.
Mesmo que fossem válidos tais critérios técnicos, sua assessoria parece desconhecer a produção literária brasileira na língua de S. Freud. Entre elas, cito a antologia de poetas brasileiros negros, publicada em alemão sob o título Schwartze Poesie/Poesia Negra, organizada por Moema Parente Augel com tradução de Johannes Augel (Köln: Editions Diá, 1988, 178 p., ISBN 978-3905482386). Há resenha em português na revista Fragmentos, v. 4, n. 2, pp. 135-8.
Na referida antologia estão representados dezesseis escritores: Cuti, Oliveira Silveira, Adão Ventura, Oswaldo de Camargo, Éle Semog, José Carlos Limeira, Paulo Colina, Abelardo Rodrigues, Lourdes Teodoro, Miriam Alves, Geni Guimarães, Márcio Barbosa, Jônatas Conceição da Silva, José Alberto, Jamu Minka e Arnaldo Xavier. A obra estava esgotada três meses, logo após seu lançamento.
Outras antologias em alemão incluem 1) Zauber Gegen die Kälte, contos publicados pela Deutsche Welthungerhilfe; 2) a revista Rowohlt Literatur Magazin (número 38), possui uma coleção de poesia com contribuições de Miriam Alves; 3) o livro A cor da ternura, de Geni Guimarães, publicado em inglês em 2013, pela Africa World Press de Trenton, EUA; 4) uma antologia de prosa de autores negros brasileiros: Schwartze Prose; prosa negra-Afrobrasilianische Erzählungen der Gegenwart (1993), em que participa a poeta e romancista mineira Conceição Evaristo, igualmente esquecida. 5) Esta autora ainda participa de outras antologias em língua inglesa e tem seu romance Poncia Vicencio publicado em inglês (Host Publications, 2007, 145 p., ISBN 978-0924047343); 6) Antologias em inglês com contribuições de escritoras e escritores negros brasileiros incluem Moving Beyond Boundaries. International Dimension of Black Women Writing (1995); 7) Finally Us. Contemporary Black Brazilian Women Writers (1995); 8) Callaloo, vol. 18 number 4 (1995); 10) e Fourteen Female Voices From Brazil (Host Publications, 2002).
Senhora Ministra, relembramos que a invisibilização, tão bem tematizada pelo escritor negro norte-americano Ralph Ellison em seu romance O Homem Invisível (1954), é, sem dúvida alguma, uma das piores formas de opressão política porque recusa o reconhecimento público das falas dos descendentes de africanos e dos povos originários de nosso país, como uma produção viva sensível e conflituosa, espelho do Brasil que estamos transformando.
Em uma cultura discriminatória e eurocêntrica, as obras de autores negros têm, realmente, menos chance de serem publicadas em línguas estrangeiras. Sabemos que o governo brasileiro financia editoras estrangeiras para, em seus países, publicarem autores brasileiros como forma de divulgar a produção brasileira. Convocamos o Ministério da Cultura à disponibilizar meios e criar iniciativas para incentivar também a publicação de autores negros e indígenas em língua estrangeira.
A Editora da UFMG publicou, em quatro volumes, a antologia Literatura e Afrodescendência no Brasil: Antologia Crítica, organizado por Eduardo Assis Duarte (2011), professor da Universidade Federal de Minas Gerais. Os 101 autores ali reunidos poderiam constituir uma primeira referência para construir parcerias com editoras de grande porte e órgãos públicos de outros países, com o objetivo de difundir a produção literária afro-brasileira mundo afora, com atenção para o continente e a diáspora africanos. Para tanto, faz-se necessário um encontro presencial entre Vossa Excelência, o Presidente da Biblioteca Nacional e os protagonistas dessa literatura, mediante audiência pública ou reservada, para junto com eles alinhavar as diretrizes dessas políticas ou iniciativas.
Como lembram nossos irmãos africanos, “não devemos esquecer as lições aprendidas na dor.” É um triste episódio, mas que podemos aproveitar a oportunidade para fazer dele um ponto de virada na compreensão de toda a sua equipe de gestão do Ministério da Cultura, da importância de radicalizar as políticas de ação afirmativa de modo a promover a cidadania cultural, o respeito à diversidade e o fomento da produção cultural negra e indígena. Afinal, “país rico, é país sem miséria e com igualdade”.
Na certeza de que o conteúdo desta carta merece um posicionamento do seu Ministério, aguardamos sua resposta.
Associação Brasileira de Pesquisadores Negros - ABPN
Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros - IPEAFRO
União de Negros pela Igualdade - UNEGRO
AMMA - Psique e Negritude
cc:
Presidente da Fundação Cultural Palmares
Presidente da Fundação Biblioteca Nacional
Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB)
Rede Nacional Lai Lai Apejo - Saúde da População Negra e Aids
Rede Nacional Lai Lai Apejo - Saúde da População Negra e Aids
Allan da Rosa (www.edicoestoro.net)
Maurício Pestana (Revista Raça Brasil)
Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade do Estado de Santa Catarina (NEAB-UDESC)
Maria Lúcia Rodrigues Muller - NEPRE (Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Relações Raciais e Educação)/UFMT
Criola
Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras
Rede Nacional de Religiões Afro Brasileiras e Saúde
Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras
Rede Nacional de Religiões Afro Brasileiras e Saúde
Educafro
Fonte: ABPN
Astrid Fontenelle “ataca” novelista Walcyr Carrasco
Astrid Fontenelle está revoltada com Walcyr Carrasco, autor de "Amor à Vida".
Tudo porque a apresentadora do "Saia Justa" não gostou de saber que o novelista mandou cortar o cabelo de Jaiminho, filho adotivo de Niko (Tiago Fragoso) e Eron (Marcello Antony) na novela das nove e soltou o verbo no programa da GNT.
Astrid adotou há alguns anos um garoto negro e não gostou do mau exemplo do autor.
"Quero acreditar que este país mudou. Não acredito que Walcyr Carrasco mandou cortar o cabelo do menino. Ele alegou que isso aconteceria na vida real com uma família que tem dinheiro. Quero dizer que eu tenho dinheiro e um filho negro e não corto o cabelo dele por causa disso". Precisa lembrar que Astrid trabalha na mesma empresa que Walcyr e que é raríssimo uma pessoa do mesmo grupo criticar uma novela das nove? Coragem, hein?
Não satisfeita, Astrid postou na sua página no Twitter: "Pq do meu barulho? Gabriel pra mim: 'Mamãe, eu não gosto do meu cabelo!' Eu: 'Não? Pq?' Resposta: "Prefiro as dreads! #negrolindo #blackisbeautiful #saiajusta". Antes ela escreveu: "Não poderia deixar passar a história do cabelo do menino da novela. Viva o cabelo do Kaiky. Obrigada pelo apoio geral e irrestrito. Quero um país assim pras crianças negra do Brasil. Sem preconceito e com muitas biografias".
Fonte: 7 Segundos
Rihanna respeita a cultura local e faz show toda coberta em Abu Dhabi
A cantora Rihanna se apresentou em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, na noite deste sábado (19) de um jeito bem diferente. Ela não teve medo que a censura ou a política local implicassem com suas letras, mas, Riri teve que abrir mão de seus figurinos ousados como shortinhos cavados e decotes.
Com um visual mais comportado e um boné com véu para cobrir parte da cabeça, como manda a tradição muçulmana, ela se apresentou na du Arena. Apesar do look sério, a cantora não poupou gestos sensuais durante a apresentação, que faz parte da turnê "Diamonds".
Fonte: Geledes
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