domingo, 14 de junho de 2015

Em resposta a racismo e bullying, jovem desenha vestido de formatura em estilo africano

Kyemah McEntyre

A norte-americana Kyemah McEntyre, de 18 anos, conta que, na escola, sempre foi chamada de “feia”. Ela reagiu à discriminação de que foi alvo no colégio quebrando estereótipos: “Temos que entender quem somos, porque, se deixarmos esse espaço aberto, colocamos nossa identidade nas mãos da sociedade”

Kyemah McEntyre, uma jovem norte-americana de 18 anos, conviveu, durante os anos de colégio, com o racismo e o bullynig. Sua resposta à discriminação de que foi alvo veio em grande estilo: reafirmando-se enquanto negra, desenhou seu vestido de formatura em estilo africano. O resultado foi o sucesso absoluto e o título de rainha do baile.

As fotos de Kyemah vestida para a festa viralizaram desde que foram postadas em seu Instagram, há cinco dias. Uma das imagens foi publicada junto a um texto sobre valorização da autoestima e quebra de estereótipos. “Tenho 18 anos e sem dúvida sou descendente de africanos”, escreveu a jovem, que contou ter sempre sido chamada de “feia”. “Gostaria de usar esse momento para dizer que temos que entender quem somos, porque, se deixarmos esse espaço aberto, colocamos nossa identidade nas mãos da sociedade. Não deixe que ninguém te defina. Coisas boas acontecem quando você se orgulha de si mesmo #meninasnegrasarrasam #kyequebraainternet.”


Leia a matéria completa em: Em resposta a racismo e bullying, jovem desenha vestido de formatura em estilo africano - Geledés http://www.geledes.org.br/em-resposta-a-racismo-e-bullying-jovem-desenha-vestido-de-formatura-em-estilo-africano/#ixzz3d46TLv2P 
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quinta-feira, 11 de junho de 2015

Escritora moçambicana, Paulina Chiziane: a amizade com os irmãos brasile...

Angola - Artistas expõem fotografias


Fotografia: Dombele Bernardo

Uma exposição colectiva de Keyezua, Van e Cinquenta é inaugurada hoje 11/06, pelas 18h30, na Academia do Banco Africano de Investimento (BAI), no Morro Bento, em Luanda.
Este ano a diferença com as outras edições do Vidrul Fotografia, é fazer da quarta exposição uma colectiva com os três artistas que estiveram recentemente a expor na União Nacional dos Artistas Plásticos (UNAP). 

“Sem Maneiras” é o tema da segunda exposição de fotografia de Keyezua, que engloba os quadros “A amante desaparecida”, “Estamos 100 dollaris” e “No meio de tanta pobreza, aonde encontro tesão?”. O trabalho é uma série de imagens que permite uma multiplicidade de leituras. As imagens ilustram problemas sociais com objetos do quotidiano e com o corpo feminino. O corpo e os objetos são as únicas linguagens que a artista utiliza, para oferecer ao espectador uma experiência estética e reveladora que dá voz aos seus pensamentos.

Enquanto que “Formas e Composição”,  do artista Van apresenta na sua coleção de 18 fotografias, captadas nos últimos dois anos, uma forma de escrita propositada, baseada na pronúncia de muitos angolanos e com grafia das línguas portuguesa e bantu.
Por sua vez, o tema “Nambuangongo” é título da exposição fotográfica de Cinquenta composta por quinze imagens documentais do Nambuangongo (sua terra natal), tais como: edifícios velhos, poucas infra-estruturas da era colonial, bem como, a natureza e o sonho dos habitantes daquela localidade do Bengo.

Esta exposição colectiva está inserida na quarta edição do projeto Vidrul Fotografia- 2015. A exposição vai estar patente durante uma semana e aberto ao público das 8h00, às 17h00. 

O projeto que visa dar maior visibilidade aos trabalhos desenvolvidos pelos criadores nacionais, é uma plataforma fotográfica experimental, criada em 2012, cujo desafio é levar fotógrafos angolanos a exporem as suas propostas de arte contemporânea.
Fonte: http://jornaldeangola.sapo.ao/

Cabo Verde destaca evolução de “país provável para país possível”


José Maria Neves. Foto: Rádio ONU
O primeiro-ministro de Cabo Verde, José Maria Neves, disse que os fundos para financiar os países compostos por ilhas não devem considerar apenas a sua dimensão e população.
Nesta entrevista exclusiva à Rádio ONU, da Cidade da Praia, o chefe do governo cabo-verdiano destaca o sucesso na governação e na economia. Mas o cenário contrasta com a alta vulnerabilidade ambiental do país.
A conversa decorreu a sequência da Conferência de Alto Nível sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento e de Rendimento Médio. O evento foi realizado até esta quarta-feira na capital cabo-verdiana.
Neves destaca a necessidade de um maior uso dos mares e dos oceanos como recursos estratégicos. Em relação à Cplp, o chefe do governo cabo-verdiano pediu mais apoio para que seja influenciada a mudança nos critérios para o financiamento dos países insulares.
 Eleutério Guevane.
Fonte: radioonu

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Stevie Wonder - For Once In My Life

Em dia internacional, moçambicanos realçam importância dos arquivos

Acadêmico alerta para perigo de sociedade "defeituosa" sem o tipo de informação; Rádio ONU recolheu pontos de vista de profissionais da música e da fotografia; celebração foi instituída em novembro de 2007 pela Unesco.
Dia Internacional dos Arquivos. Foto: Ouri Pota.
Ouri Pota, da Rádio ONU em Maputo.
Foi comemorado ontem, 9 de junho, o Dia Internacional dos Arquivos. A data foi escolhida pela Assembleia Geral do Conselho Internacional de Arquivos da Organização da ONU para Educação, Ciência e Cultura, Unesco.
A relevância do tipo de informação foi o tema de conversa entre a Rádio ONU, em Maputo, com o acadêmico moçambicano Baltazar Macamo, a cantora Lenna Bahule e o fotógrafo Emídio Josine.
Desenvolvimento 
Os entrevistados consideram que os arquivos desempenham papel importante na preservação da história. Baltazar Macamo fala do seu contributo para o progresso.
"O desenvolvimento de Moçambique, neste caso, não é só econômico das vias de acesso etc. O desenvolvimento também é justamente preservar e conservar o que é da dimensão da humanidade, a dimensão das pessoas. Toda a humanidade, toda sociedade moçambicana pode ficar defeituosa se no futuro não podermos ver e reutilizar as coisas que fazem parte do nosso ser. É preciso também imaginar que para desenvolvimento do país temos que por a dimensão cultural e do patrimônio imaterial."
História Viva
O fotógrafo moçambicano, Emídio Josine partilha o ponto de vista em relação à importância dos arquivos para manter a história viva.
"Eu consegui perceber agora que Moçambique esta a desenvolver e que há muitos edifícios que estão a ser "abatidos", posso usar esta expressão porque o patrimônio devia preservar estas estruturas que fazem parte a nossa cultura. Mas como fotografo eu acredito que é um dever nosso de registar esses monumentos antes que desapareça porque depois não vamos ter história, então para mim, fazer um arquivo vai enriquecer nossa história, porque existe muita coisa que não foi registada, não é registada, não tem arquivo."
Contos e Ritmos
Lenna Bahule, cantora moçambicana que vive em São Paulo, no Brasil, diz que os arquivos são a sua fonte das pesquisas que faz para o resgate dos contos e de ritmos tradicionais moçambicanos.
"Para mim, os arquivos servem como referência de resgate de enraizamento, por exemplo. Se eu não sei para que direção vou, se eu preciso de uma inspiração de alguma intenção que eu quero colocar no meu trabalho na mensagem que eu quero transmitir eu vou atrás daquilo que me inspira, aquela energia, sensação que quero transmitir e eu escuto absorvo, entendo, compreendo, faço anotações, escrevo a minha relação como eu me relaciono com aquela informação e como ela pode ser adaptada para o tempo que eu vivo hoje."
Baltazar Macamo é o autor da obra Conservação e Valorização do Patrimônio Sonoro em Moçambique. Radicado na França, ele defende que a palavra final sobre o que deve ser arquivado vem depois de envolver várias áreas do conhecimento.
Decisão
"É uma decisão muito difícil de fazer, por exemplo na Rádio é os próprios profissionais dessas instituições que põem uma linha editorial que diz guardamos isto e não guardamos aquilo. Temos que ter pessoas vinda de muitas disciplinas diferentes, psicólogos, sociólogos, antropólogos que podem diz para uns isto é importante, prontos querem guardar por exemplo entrevistas de personalidades porque corresponde o conjunto de material e outras pessoas de outras áreas sociais podem dizer este material também é importante."
O Dia Internacional dos Arquivos foi instituído em novembro de 2007 pela Assembleia Geral do Conselho Internacional de Arquivos. O evento decorreu no Québec, no Canadá, e coincidiu com a data da criação da entidade da Unesco.


Este ano, o 9 de junho é assinalado sob lema “O Papel dos arquivos na preservação da memória institucional da administração pública”.
Fonte: radioonu

terça-feira, 9 de junho de 2015

Em seu primeiro semestre, estudante resolve equação de 30 anos

Ufot Ekong cursa Engenharia Elétrica em universidade japonesa.
Estudante atingiu as maiores notas dos últimos anos da instituição.


Ufot Ekong está no primeiro semestre na Universidade de Takai, em Tóquio. (Foto: Reprodução/Likedin)

Ufot Ekong está no primeiro semestre na Universidade de Takai, em Tóquio. (Foto: Reprodução/Likedin)

Um estudante nigeriano vem quebrando recordes em sua universidade no Japão. Após atingir as melhores notas registradas pela instituição desde 1965, Ufot Ekong, que ainda está no primeiro semestre, resolveu uma equação matemática que estava há 30 anos sem solução.
Ekong é estudante de Engenharia Elétrica na Universidade de Tokai, em Tóquio, no Japão. Em sua carreira acadêmica, o aluno já ganhou seis prêmios. As informações são do The Independent.
Ekong também fala inglês, francês, japonês e iorubá (um dos idiomas falado na Nigéria) e ganhou um prêmio de língua japonesa para estrangeiros.
Para pagar a faculdade, o aluno já teve que conciliar dois empregos com os estudos. Atualmente, ele trabalha na Nissan e já tem duas patentes de carro em seu nome.
A Universidade de Tokai é uma renomada instituição de ensino superior do Japão. Fundada em 1924, seu maior foco é para as áreas de Ciências e Tecnologia.
Fonte: G1DF

Mulheres Pretas

    Conversar com a atriz Ruth de Souza era como viver a ancestralidade. Sinto o mesmo com Zezé Motta. Sua fala, imortalizada no filme “Xica...